Enquanto o Estado Islâmico acolhe no Iraque e na Síria combatentes vindos de todos os continente, a implicação das potências ocidentais em conflitos bélicos, que envolvem um nó cada vez mais apertado de interesses opostos entre si, se intensifica rapidamente. A diversidade dos apoios internacionais, que envolve sérias oposições, como a da Turquia contra os Curdos na Síria, demonstra que a atual escalada militar mundial tende para um ponto de não-retorno em que qualquer solução diplomático se tornará impossível. Por trás do paradoxo de certos apoios comuns, como os do Irã e dos Estados Unidos no Iraque, e a ambiguidade de algumas posições, como a da Arábia Saudita e outros países do Golfo , pairam suspeitas internacionais de ajudas indiretas, e às vezes diretas, aos jihadistas mais radicais e mesmo ao Estado Islâmico, como indica o e-mail de Hillary Clinton de agosto 2014.
K.M.
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