Os slogans e manchetes de jornal pró-Hillary são sempre agressivos (quando atacam a família de seu adversário sem justificativa) e solenes (quando se trata de remendar os atos de corrupção da democrata); no conjunto, o holograma midiático pró-Hillary é pesadamente simbólico, martelante e pouco convincente, pelo que há nele de infantil, com a insistência nos sorrisos forçados da Casa Branca e nas gravatas ao vento dos demagogos oficiais simulando a inocência de crianças, quando na verdade comandam uma operação secreta de boicote ao adversário a partir dos principais centros do poder político, econômico e publicitário dos Estados Unidos. Pelo fato de estarem por dentro da guerra em curso, a máfia democrata acredita tê-la na palma da mão, irradiando a arrogância típica de quem negociou tudo o que sucede com muita antecedência, e evitando demonstrar aflição quando, aos olhos do país inteiro, o trem de carga de suas mentiras começa a descarrilhar. É preciso (urgentemente!) mais divertimento e comunicação criativa para ''entregar a encomenda'', pois tornou-se penoso para eles conduzir uma aberração como Hillary até a Casa Branca diante do súbito despertar do povo americano. Doravante, multiplicam-se desesperadamente os slogans e manchetes de tonalidade afetiva e empática com o rosto antipático da candidata na foto central, fabricando a ''força tranquila'' de uma caráter que nunca existiu, de uma preocupação com os pobres que sempre encheu a candidata de nojo, e de uma honestidade de estatueta recém-inaugurada que nos convida a celebrar vivamente o amanhã, porque o passado está coberto de crimes políticos e estelionatos eleitorais. Já não basta distorcer a verdade dos fatos, para Hillary tornou-se urgente também ''mentir sem entediar'' (algo quase impossível para ela) Mentir com a imaginação de milhões de e-mail secretos e negociatas escusas, mentir , sobretudo, com elegância e ''humour''. As piscadelas divertidas da candidata e seus pastiches midiáticos na linha de frente da tocaia de constrangimento e intimidação da família Trump, cujo objetivo central é tentar rebaixá-la ao mesmo nível da família Clinton pelas mãos dos gangman contratados para tornar a narrativa liberal mais atraente para o povo. São esses artifícios de opereta, essas prestidigitações com velhas fórmulas, esse ''espírito fun'' exibido na televisão e na internet em benefício da democrata que dão a forma de história em quadrinhos com final feliz à campanha dela. Em nome da ''Família Clinton'' e dos interesses corporativos que ela representa, a imprensa liberal promove a venda das almas, a livre trituração dos fatos, interpondo entre os eleitores e suas consciências políticas esse amontoado de doutrinas afoitas de todos os bandoleiros do liberalismo mundial. Ninguém entra nas graças de uma tal imprensa sem ser sedutor e tranquilo à maneira democrata, que seduz com dinheiro sujo de crimes financeiros e tranquiliza enfiando investigações criminais dentro do bolso. O jogo de aliciamento do Partido Democrata é quase uma safari de autoridades públicas dissimulado por paraísos artificiais de ''entertainment político'' e apertos de mão sorridentes do Presidente Obama, para manter a massa de espectadores rastejando passivamente bem colada ao chão.
K.M.
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