Por alguma curiosidade, eu leio os artigos que criticam veementemente Donald Trump. As principais investidas giram em torno do ''populismo'' e da ''demagogia'' do novo presidente. Esta última, por sinal, me parece um contra-senso completo, até mesmo do ponto de vista epistemológico. O que caracteriza, em última instância, um ''demagogo'' é o fato de ''falar mais do que fazer'', ou ter prometido coisas que não fez; de modo que é impossível caracterizar um homem que nunca foi político com essas pedradas. Terão que esperar no mínimo uns seis meses. Já a palavra ''populismo'' apenas inverte pejorativamente as qualidades do tipo carismático de liderança que o povo americano escolheu democraticamente ter nos próximos quatro anos. Toda novidade, sobretudo no campo político, encontra hostis e relutantes os sentidos de muita gente; e em geral, já nos ''mais simples'' processos da sensibilidade humana dominam os afetos, como medo, insegurança, amor, ódio, apreensão, incluindo os afetos passivos da ''preguiça de pensar corretamente''.
Alors candidat républicain à la présidentielle, Donald Trump, avait donné un avis sans concession sur la situation en France après l'attentat qui avait coûté la vie d'un prêtre en Normandie. Lors d'un meeting en Floride en citant une discussion avec un ami, il fait passer un message clair. «Un ami voulait se rendre en France, il y a trois ou quatre mois (...) Je lui ai demandé: Tu as aimé la France? Il m'a dit: je n'irai pas en France» avait raconté Donald Trump avant d'ajouter, «ils ne vont pas m'aimer pour dire ça, mais regardez ce qui s'est passé à Nice. Vous avez vu ce qui s'est passé hier avec le prêtre? [...] La France n'est plus la France.» (LeFigaro)
Manuel Valls ✔ @manuelvalls
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14:41 - 27 Juil 2016 · Paris, France, France
K.M.
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