A última frase do capítulo anterior terminou assim :
''... caminhamos ... ignorando se... a face final da Presidência e da América será a de Abraham Lincoln ou a de Dorian Gray ''.
A resposta agora salta aos olhos.
Todos mantivemos a serenidade sob nossas pálpebras.
Navegamos em água branda, pendurados nos fios elétricos da noite.
Meu artigo foi escrito doze semanas antes da inauguração do novo governo, antes mesmo que eu começasse a trabalhar no meu novo livro,chamado : ''Os homens foram imaginados livres para que pudessem ser condenados ''.
Se as coincidências dão prazer a alguém, porque não dariam a mim ?
Chegou o momento de pedir um intervalo ? Não creio.
Tivemos certamente problemas difíceis, golfadas na areia, cordeiros rugindo, leões balindo, e uma quantidade nunca antes vista de ... cães . É tempo agora de uma ou duas diversões, para aquele gênero de peças que não precisam , em nome da melhor literatura, a de Proust, ser impressas ou reimpressas.
Talleyrand
(ao contrário do que dizia aquele agravo do Marquês de Sade)
(NÃO) há de
rogar-vos uma praga.
K.M.
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