Brasil.
Haverá a revisão para pior de quase todos os indicadores macroeconômicos que são utilizados nas estimativas das receitas. A retração da economia será muito maior do que os 1,9% projetados no Orçamento. A redução real da massa salarial será muito maior do que os 4,55% utilizados nas estimativas de arrecadação da Previdência Social. A queda vertiginosa do preço do barril do petróleo ainda afetará muito mais radicalmente a receita com royalties. É cada vez mais ridícula a hipótese de que o governo consiga arrecadar R$ 37 bilhões com a venda de ativos, como previsto na lei orçamentária.
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